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Por que contato não significa matrícula
O que acontece depois que o interessado clica, chama no WhatsApp ou pede o preço.
No encontro, você vai entender onde a captação pode estar perdendo matrículas e o que corrigir primeiro para transformar mais interessados em alunos.
Não precisa deixar e-mail nem preencher formulário.
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Sem promessa de turma lotada. Sem fórmula mágica. Vamos mostrar por que a divulgação do seu curso pode trazer muitos cliques, mensagens e pedidos de informação, mas não bater a meta de matrículas. E o que corrigir antes de investir mais.
Conteúdo
01
O que acontece depois que o interessado clica, chama no WhatsApp ou pede o preço.
02
O que precisa estar alinhado entre oferta, anúncio, página e WhatsApp para o interessado não parar no meio do caminho.
03
Como decidir onde mexer antes de aumentar a verba ou mudar toda a divulgação de uma vez.
Os resultados abaixo vieram de campanhas reais de cursos preparatórios que passaram a acompanhar melhor o caminho entre a divulgação e a matrícula, identificando onde os interessados estavam parando e o que precisava ser ajustado.
Há mais de cinco anos, Hugo trabalha com captação de alunos para negócios de educação. Já participou de mais de 50 campanhas, acompanhando na prática o caminho entre o investimento em divulgação, os contatos gerados e as matrículas realizadas.
Ao longo desse trabalho, alguns padrões começaram a se repetir: campanhas que geravam muitos contatos, mas poucos alunos; páginas que recebiam visitas, mas não levavam ao WhatsApp; e turmas que ficavam abaixo da meta sem que ninguém soubesse explicar exatamente por quê.
No encontro, Hugo vai mostrar como reconhecer esses sinais, entender onde a captação pode estar perdendo força e decidir o que corrigir primeiro para transformar mais interessados em alunos na próxima turma.
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